sábado, abril 30, 2011

Water For Elephants - Francis Lawrence


FUCKING PERFECT

Não tenho nenhuma palavra para descrever o quão lindo e emocionante foi esse filme.

Hoje fui vê-lo com meu pai e estava totalmente nervosa. Acho que era por ser um filme DO Rob sem ser nada a ver com a Saga e que também foi muito prestigiado. Queria ir na estréia, mas ocorreu um pequeno imprevisto.

Voltando, o filme começa com o Jacob velho brigando com um caminhão tarde da noite pensando que ainda teria um espetáculo de circo ali. Eu ainda não li, na verdade, eu comprei o livro hoje quando esperava a hora para ir para a fila do cinema. Então, o Jacob chega num circo e (...) conta a história dele - que nunca havia contado a ninguém - para o dono, acho, do circo. Aí a cena volta para a época da Grande Depressão com o Jacob (Rob) - tão magnificamente lindo - se arrumando para ir fazer o teste final na faculdade.

Quando ele começa a fazer a prova, o professor o chama e aí é que eu começo a me emocionar: Jacob perde os pais. É tão ruim ver o Rob chorando. Caramba, eu realmente queria chorar, mas graças à Deus, eu segurei. Nisso, o pai do Jacob não deixa nada para ele, porque devia ao banco. Com isso, o Jacob vai em busca de uma coisa que ele ainda não sabe o que é. Quando ele chega ao trem e no dia seguinte ele começa a trabalhar no circo, ele passa a pensar que a morte dos pais trouxe ele ao circo, já que o circo é repleto de animais.

E, limpando o coco de cavalo, ele vê Marlena (Reese). Doce e delicada Marlena. O jeito como o Jacob olhou a Marlena naquele momento entregou tudo. Foi, sim, amor à primeira vista. A história de Marlena é muito triste, eu senti pena dela. E o August (Christoph)? Nossa, o August foi muito bem interpretado pelo Chris. Ele passou bem a força bruta que o August tem no livro, como muitas pessoas me disseram. 

O decorrer da história vocês já devem imaginar: Emocionante! O que mais me chocou foi a cena que o August bate na Rosie (Tai). Nossa, eu tremi muito. Coitada da Rosie! Mas o fim foi uma coisa inexplicável. Houve flashbacks do Jacob e a Marlena depois do circo. Os filhos dele. Own! Ver o Rob com um bebê foi uma coisa que me tocou. Ele fica tão bem com crianças!

Por fim, o logo simplismente lindo de Water For Elephants.  


E fim!

A atuação do Rob foi elegantíssima. Eu tenho todo meu orgulho aos pés dele, porque, modestia parte, eu tenho o amor mais competente do mundo! Não sei explicar minha emoção quando o filme acabou. Foi uma descarga de alegria e contentamento inigualável e não estou me contendo aqui. Até meu pai disse que gostou, meu pai! Enfim, vou lê-lo agora e... Fucking Perfect.

terça-feira, abril 26, 2011

A Mina de Ouro - Maria José Dupré


É um livro de criança. Mas é até legal, pois passa uma mensagem boa de que a liberdade é melhor do que todo o dinheiro do mundo. O livro conta a história de uns irmãos e amigos que saem para passear e entram numa gruta e depois não conseguem mais achar a saída. Depois de se perderem uns dos outros e se assustarem com os escuro de lá de dentro, ele cavam e acham a saída e também aprendem uma lição boa. Comecei esse livro antes de minha mãe trazer Marley e Eu, aí parei e depois o esqueci. Só li agora porque não gosto de parar um livro. As crianças aprederiam muito com esse livro. Tem bastante aventura, os personagens são bastante astutos e inteligentes. Duas quotes boas:

[...] - Ao menos estamos livres. - falou Quico respirando com força o ar do morro. - Que adianta a fortuna sem liberdade?

- Podíamos ter os dois - falou Oscar.

- Mas e quando a gente em que escolher? - perguntou Quico.

- Ah! Mil vezes a liberdade - disseram todos.

- Então devemos dar graças à Deus por termos a liberdade - disse Cecília.

- Nós tivemos que escolher - falou Henrique. - Ficamos com o que havia de melhor. Viva a liberdade!

- Viva! - exclamaram todos.
Pág. 109

Nada é tão bom como essa tranquilidade; aquele ouro todo que eles queriam trazer para casa e se perdeu no caminho, não faria a felicidade de ninguém. Só poderiam guardá-lo como lembrança daquele semana que eles não queriam que se repetisse.
Pág. 111/112

Acho que essa semana não vou mais postar; nem mesmo o próximo capítulo de Tentando Uma Adaptação, porque vou dar um tempo até a estréia de Water For Elephants. Meu professor adiou uma apresentação da minha turma que seria no dia da estréia de WFE, graças à Deus. Mas, agora, já que não é, vou faltar aula e ver sem pressão.

Esse mês também estréia um filme bom: Thor. Quero ver.

domingo, abril 24, 2011

Um lindo domingo de Páscoa - Gleyce Kelly

Hoje, como todos sabem, é Páscoa. 24 de abril de 2011. Eu saí com a minha tia e outros para a pizzaria e saiu essas:

Os monumentos, ou projetos de monumentos daqui estão assim.

Eu tirei só ftos do céu porque o dia estava realmente lindo.

E essa é eu. Franja azul, unhas vermelhas descascando e as futuras espinhas por causa do chocolate excessivo que eu comi e ainda ei de comer. Aff.
--

Poucas, muito poucas fotos, porque eu quis poupar a bateria da máquina da minha tia. Se Deus quiser, esse ano eu ganho a minha.

Este template verdezinho não permite, não sei porque, cometários. Então, se quiserem, comentem meus posts no meu formspring.

Trair e Coçar É Só Começar - Moacyr Góes



Divertidíssimo. Essa é a palavra para descrever esse filme. Se eu tivesse prestado atenção na época, eu teria ido ao cinema. E valeria meu dinheirinho. É uma comédia brasileira boa. Não tem nudez, criança pode assistir, não tem palavras impróprias nem uso de drogas. Enfim, é um bom filme considerando que é brasileiro.

Eu digo com toda clareza que eu não gosto de filmes brasileiros. Sempre são a mesma coisa; a grande maioria é. São todas as coisas ruins que eu citei acima. Mas se eu for fazer uma lista dos que prestam, seriam:

Se Eu Fosse Você 1, 2
Trair e Coçar É Só Começar
O Alto Da Compadecida

Só. Só esses três são bons para a família ver. Os outros pode ter certeza que são safadeza-pura. Me pergunto o que os diretores brasileiros têm em mente quando produzem esse tipo de coisa. A Mulher Que Desafiou o Diabo, Bruna Surfistinha, Ó Pai Ó, entre outros, não tem futuro, como diz minha mãe.

Mas, voltando a esse filme. Uma empregada doméstica intrometida causa várias confusões num condomínio de classe média alta ao desconfiar que seus patrões têm casos amorosos extra-conjugais. Eu ri muito, emocinei-me no final, mas aí comecei a rir novamente porque é uma comédia até na parte onde todo mundo acha que é a mais linda e fofa. A estória é bem engraçada e faz muito sentido. Finalmente a Globo mostra um filme inédito, eu acho. Adriana Esteves trabalha bem. Amei Toma Lá, Da Cá só por causa dela.


quinta-feira, abril 21, 2011

The Vampire Diaries - A Fúria - L. J. Smith


E esse foi a Fúria que levou Elena.

Nunca me senti tão pesada lendo um livro como me senti lendo A Fúria. É tão complexo e tão concetrado que me deixou com a cabeça atordoada. Isso não quer dizer que o livro é ruim - se pudesse fazer um raking dos três que eu li até agora poria 1º O Confrinto, 2º A Fúria e 3º O Despertar. A Fúria foi muito angustiante, mais para o final, porcausa da morte de Elena, mas não vou falar disso agora.

Os laços de Elena e Stefan se intensificaram mais nesse livro, e os dela com Damon também. Nesse livro, o amor que Elena sentia por Stefan em O Despertar ficou mais sério. E também o amor que Elena tem por Damon - sim, Damon - ficaram mais claros e pudemos, eu pude ver o interior de Damon. Ele mandando Katherine ir para o inferno quando ela disse que eles dois seriam felizes juntos foi descaradamente um delaração de amor a Elena, mesmo que não diretamente.

Bonnie e Meredith ficaram mais legais e mais amigas de Elena agora. Caroline viu o que realmente importa na vida e Matt, doce Matt, superou o medo que EU achava que ele tinha d vida ou da realidade. Ele é um tipo de amigo que eu queria ter. Com sempre digo, é muuito diferente da série, mas eu me sinto mais à vontade com os livros. Parece que os livros não enrolam tanto como  série enrola. E falando em como terminar um capítulo para começar outro a L. J. é expert. Nunca vi um capítulo terminar tão graciosamente como os capítulos de The Vampire Diaries.

Indo diretamente ao assunto agora: A morte de Elena. Quando começava o meio do capítulo 15 me bateu um desespero. Elena se sentindo fraca pois tinha se atracado com Katherine para se salvar - melhor dizendo: salvar Stefan - da morte. Quando Stefan a tirou da luz do sol ainda senti uma esperança para Elena, mas foi em vão. O destino dela já tinha sido traçado. E Damon muito fofo nos últimos minutos de Elena, sendo racional. Mesmo ele escondendo suas lágrimas - eu sei que tinham lágrimas dentro dele -, ele foi muito fofo e romântico. E, assim, Elena se foi, fazendo agora dar certo a aliança e o perdão entre os irmãos. A única quote, que é enorme, foi da morte de Elena:

As paredes da cripta apreciam ter se derretido. Eram cinzas e nebulosas, e tinha algo parecido com uma entra ali, como a porta que dava acesso a habitação subterrânea. Só que aquela era uma entrada de luz diferente.

- Que lindo – murmurou. – Stefan? Estou cansada...

- Agora pode descansar – musitou ele.

- Não me soltará?

- Não.

- Então não terei medo.

Algo brilhava no rosto de Damon. Esticou a mão até ele, o tocou e afastou os dedos com assombro.

- Não fique triste – disse, sentindo a fresca umidade nas pontas dos dedos. Mas uma pulsada de preocupação a pertubou. Quem estava li para compreender Damon agora? Quem estaria ali para abraça-lo, para tentar ver o que havia realmente em seu interior?

- Temos que cuidar um do outro – disse, se dando cotna de que um pouco de energia voltava a ela, como vela flamejante ao vento. – Stefan, você me promete? Você me promete que cuidaremos um dos outros?

- Eu prometo – respondeu ele. – Elena...
Ondas de sono apoderaram dela.

- Está bem – disse. – Está bem, Stefan.

A entrada estava mais próxima, tão próxima que podia tocá-la. Se perguntou se seus pais estariam em algum lugar do outro lado.

- É hora de ir para casa – murmurou.
E então a escuridão e as sombras se desvaneceram e não houve outra coisa mais que luz.

É muito lindo mesmo.

segunda-feira, abril 18, 2011

17.04.11 - The best day of my life.

Uma espera de 4 anos para apenas uma foto. E hoje eu a tenho. Cada segundo de cada minuto de cada hora de cada dia de cada mês de cada ano valeu a pena. E a minha alegria é tão imesa que as palavras agora me fogem. Apenas isso:


E hoje será uma data que lembrarei eternamente.

Tentando Uma Adaptação - Cap. 5

Cap. 5 - Inesperado
Quando acordei, o dia estava muito escuro. Não dava para enxergar quase nada. Virei minha posição e constatei que Edward já tinha acordado.
Eu estava grudando de suor e fui ao banheiro. Eu não tinha tido um pesadelo, aquele suor deveria ser por causa do clima.
Eu estava tonta, cambaleava feito uma barata tonta. Entrei no banheiro e me despi. Quando ia entrar no chuveiro, tropecei no batente do vidro que fecha a vista para o chuveiro. Só percebi que Edward estava tomando banho quando seus braços enlaçaram a minha barriga e me seguraram para eu não bater a cabeça na parede.
- Porque você já está acordada? – murmurou Edward;
- Já é de manhã. É, não é? – disse eu.
- Não. São 4:15 da madrugada. – murmurou.
- Oh! Eu pensei que já era de manhã. – eu ainda estava enlaçada nos braços de Edward e minha cabeça girava. – Minha cabeça está doendo, eu vou tomar banho. – fui para baixo do chuveiro sem ver a gravidade do ato. Se eu estivesse num estado mais normal teria corrido daquele lugar.
- Eu também vou tomar banho. Se não se importa. – Edward protestou.
- Primeiro as damas. – continuei me molhando.
- Mas eu cheguei primeiro. – me empurrou e tomou o lugar no chuveiro.
Não agüentando a intromissão no MEU banho, empurrei-o de novo e tomei o chuveiro para mim. Ele também não suportou e me agarrou, tentando me tirar do cubículo do chuveiro e me fazer esperar lá fora. Claro que eu não permito.
- Eu cheguei primeiro. – Edward falou.
- Mas eu sou a dama aqui. – eu falei.
Tudo acabou quando caímos no chão do banheiro e os pelos que tinha no tapete ficarem todos grudados nas nossas costas.
- Eu topo um acordo. – sugeriu Edward.
- Que acordo?
- Você nem eu quer ceder a vez. Então, podemos dividir. – murmurou ele.
- Sei lá. Tanto faz. – eu não estava pensando direito. E nem me dei conta – também – de como eu e Edward estávamos. Ele passou para cima de mim.
- Você está... bem? – perguntou Edward.
- Eu não sei. – respondi.
- Você está com dor?
- Não. Sim. Quer dizer, dor de cabeça. – eu estava quase fechando os olhos.
- Vamos, você precisa se espertar. – disse ele.
E me levou para o chuveiro. Começou a fazer massagens na minha cabeça. Aquilo estava tão bom que eu suspirei de alívio. A dor estava desaparecendo numa velocidade extraordinária.
- Melhorou? – perguntou numa voz que pareceu que era um anjo e não Edward.
- Uhum. Muito. – sussurrei.
Edward terminou a massagem e me enlaçou por trás. Seu queixo foi parar no meu ombro direito assim ele podendo, também, se molhar.
A proximidade entre nossos corpos fez-me sentir tão protegida que eu poderia ficar ali para sempre.
Ele começou a cantar uma cantiga tão... linda, que produziu uma calma avassaladora. Eu sentia que aquele era meu lugar.
- Vamos nos trocar? – escutei a voz de Edward ao fundo, como atrás da porta. Não, eu havia dormido ali.
- O que? – eu disse.
Vamos nos trocar. – essa não foi uma pergunta. E me libertou de seus braços. Saí do cubículo 10 segundos depois. Edward tinha enrolado uma toalha na sua cintura e estava segurando um roupão para mim. Me virei e ele pôs o roupão em mim.
- Ninguém levantou ainda, eu presumo. Vou buscar nosso café. – e assim saiu.
Saí do banheiro e me joguei na cama, de mesmo jeito que eu estava. Eu consegui cochilar um pouco, mas isso foi interrompido quando Edward entrou no quarto.
- Eu não acredito que você está dormindo. – disse mais para si mesmo. Mas eu me levantei quando ele pronunciou essas palavras.
- Só estava descansando. A viagem foi longa. Eu caí da cama, então...
- Pensei que você já estivesse pronta. – disse, olhando para meu roupão. – Mas deixa para lá. Vamos comer.
Ele trouxe para nós: pão, queijo, manteiga, suco de goiaba, café bolachas e geléia. Depois desceu mais uma vez e trouxe bolo de laranja que Esme tinha feito no dia anterior para nós comermos no café-da-manhã seguinte. Queria ver o que iria falar quando soubesse que nós já tínhamos tomado café.
- Estava ótimo, obrigada. – eu agradeci quando terminamos.
- De nada. – murmurou com um sorriso torto.
- Você já está na faculdade? – perguntei.
- Não vou começar ano que vem. Como você. Temos a mesma idade. – murmurou Edward.
- Érr... o que faremos nessas férias tediosas? – indaguei, com uma ruga na testa. – Eu estou preocupada com isso. São dois meses.
- Deixe rolar. Não estou preocupado. Quero relaxar e esquecer tudo o que está em casa. Acho que muita gente está procurando pela minha existência em Forks. - riu Edward.
- Porque? Você é o popular?
- Não, eu costumo ajudar as pessoas nas lições de casa. Esse ajudar significa eu fazê-las.
- Hmmm. Legal. – murmurei. – Você vai para qual faculdade?
- Dartmouth, eu acho. E você?
- Provavelmente também. Não quero Harvard. – disse eu, olhando-o.
Ficamos sentados na cama esperando todos acordarem. Cada um lendo um livro. Depois de 4 horas de espera, ouvimos a voz de Emmett e Jasper no corredor.
- Finalmente. – murmurei, levantando-me da cama. Edward fez o mesmo.
Saímos do quarto e encontramos os outros. Esme já tinha levantando também. Depois de descermos e irmos a sala, Esme gritou:
- Quem comeu o bolo? – gritou Esme, muito irritada.
Eu e Edward levantamos a mão e falamos juntamente. – Fomos nós. – sabíamos que viriam o ‘porquê?’. Assim Edward foi logo explicando.
- Nós acordamos de 4 horas da madrugada e não conseguimos mais dormir. Também estávamos com fome, então, eu desi e peguei nosso café. – Edward explicou rapidamente, se levantando. – Bom, ótimo café-da-manhã para vocês. - e me puxou para a escada.
- O que foi? – perguntei.
- Se ficássemos lá, ela iria nos matar. – disse Edward. – Vamos para o quarto.
Fomos para o quarto parecendo dois fugitivos. Para nos distrairmos, ficamos jogando cartas. Depois o xadrez – eu derrotei ele nas três vezes que jogamos -, foi bem divertido nossa manhã.
Quando guardamos o xadrez, ouvimos uma batida na porta. Edward a atendeu. Era Esme.
- Olá, vocês estão prontos? – Esme perguntou.
- Prontos... ? – Edward confundiu-se.
- Nós vamos sair. Almoçar fora. Vamos! – murmurou Esme.
- Mãe, nós preferimos... Ficar... Arrumar as coisa. Quem sabe amanhã? – eu disse.
- Mas, filha, tem algum problema? Você não está se sentindo bem? – indagou Esme, entrando no quarto. Mas antes dela dar o primeiro passo, eu interrompi.
- Não, mãe! Pode ficar tranqüila. Só que eu vou ficar aqui para me familiarizar com a casa, sabe. Arrumar as minhas coisas. SE o Edward quiser ir, tudo bem. – me expliquei. Já estava cansada.
- Eu também prefiro ficar. Também vou arrumar minhas coisas. – disse Edward.
- Vocês vão querer alguma coisa? – perguntou Esme, analisando as nossas expressões. Minha mãe era boa naquilo.
Me levantei da cama num pulo e fui em direção da porta onde estava Edward e minha mãe.
- Claro, dois cafés bem alemães, por favor. – Esme assentiu e eu fechei a porta.
- Sua mãe tem cara de desconfiada. – disse Edward, num murmurinho quase inaudível.
- Ela é boa em detectar mentiras. – respondi. – Mas vocês são novos na família, vai levar um tempo.
Quando ouvi a porta principal batendo, fui para a cozinha buscar ou fazer nosso almoço. Edward me seguiu como bom ajudante culinário.
Nem foi preciso. Esme já tinha deixado macarronada pronta para nós.
- Porque não comemos sorvete? – disse eu. Não que a comida estivesse ruim, mas eu estava de férias e queria sair da rotina.
- Como quiser. – murmurou Edward, depois de um minuto imerso em pensamentos.
Levamos par o quarto sorvete, torta, chocolate na panela, refrigerante e outras bobagens. Devoramos tudo. Claro que depois ficamos passando mal. Tomamos uns remédios e tudo desapareceu.
 Logo em seguida, o sono chegou. Deveria ser porque acordamos de madrugada.
Nos deitamos e eu procurei uma página legal para eu ler no livro que Edward estava lendo. Ele já deveria estar dormindo. Por fim, cansei de procurar e me inclinei para pôr onde estava. Tive muito cuidado para não acordar Edward.
- Eu te empresto quando eu terminar. – murmurou Edward, me dando um susto. Eu pensava que ele já tivesse dormindo.
- Deus! Desculpa! Eu não queria te acordar. Me desculpa, mesmo. – me deseperei. Eu tinha Ph.D em acordar o Edward.
- Tudo bem. Eu não estva conseguindo dormir. – murmurou Edward. – Não precisa se perturbar.
Fui completar a minha façanha, levando meu braço com o livro até a mesinha de cabeceira de Edward para guardá-lo. Mas eu não era suficientemente grande para tal proeza. Minha outra mão que estava na cabeceira da cama não suportou e me desequilibrei, fazendo eu cair em cima de Edward. O livro voou para o canto do quarto, na porta do banheiro.
Edward girou de posição, ficando em cima de mim, me deixando ruborizada. Os seus olhos invadiram os meus de uma maneira jamais testada. A sensação foi de paz, depois de alegria. Alguma coisa me dizia que eu pertencia ali: no aperto forte e quente do homem em cima de mim.
E esse sensação foi completada por um beijo escaldante e terrivelmente inesquecível.
Repetimos ele mil vezes durante aquele dia.
--
Esse capítulo é o mais fofo do livro até agora. Humft, eu e minha mania de falar Livro e não Fanfic. Eu, agora, estou escrevendo o cap. 9. Vou tentar publicar mais freqüentemente.
Bom, acho que vocês vão gostar. Até o próximo!!

domingo, abril 17, 2011

Just remember.

Apenas ponha na sua cabeça que eu não vou ser simpática o tempo todo. Que não vou fingir que estou gostando da conversa. Que não vou me importar se você se engasgar e ficar sem voz para parar de falar. Apenas lembre-se sempre que me ver que eu não sou uma marionete que você pode manipular e que eu não sou uma garota fútil e igual as outras. Querido, apenas lembre-se de que se você for você mesmo ganhará meu respeito. E se você não tiver limites de abordagem e deixar as coisas acontecerem sem querer impulsionar uma situação que não irá acontecer você ganhará 45% da minha confiança. Os outros 55% vem com o tempo. Lembre-se: Seja você mesmo, senão não passará de mais um idota para minha lista de "Elementos Neutros".

De: Gleyce K. Alves

sábado, abril 16, 2011

Diários do Vampiro - O Confronto - L. J. Smith

S-E-N-S-A-C-I-O-NA-L. O meu preferido até agora!

Eu acho que O Despertar não foi lá essas coisas, mas O Confronto foi tu-do. Eu realmente me empolguei na leitura, mesmo sendo no pc. Comecei ontem de tarde e terminei agora mesmo. Foi até mais rápido do que o primeiro.

O livro começa com o fim de O Despertar, com Elena chamando Damon no cemitério e tendo a conversa reveladora. Elena sabe que foi Damon que deu um sumiço no Stefan então ela pede a Bonnie que o localize por meio de seus poderes - que até um tempo ninguém acreditava ser verdade. Bonnie entra na cabeça de Stefan mas também manda um recado para Elena: Elena não vá para a ponte. É a Morte, Elena. Sua morte está esperando lá. Contudo, Elena não se deixa intimidar e vai com Matt, Bonnie e Meredith até o poço onde Stefan está. Resgatam ele e tudo mais.

Numa outra noite, depois que Damon vai jantar na casa de Elena, ela fica esperando Damon e é tipo: a segunda melhor parte do livro. A melhor parte é quando Elena e suas amigas vão a casa de Caroline, que roubou seu diário para expor seus segredos e os de Stefan, para recuperar seu diário antigo. Quando não acham, elas fogem mas
Elena só sai depois que é sauva por alguém. E quem é esse alguém? Damon, que logo quando ela o vê diz: Salvatore. Salvatore de Salvador. Nossa, é demais! Aí eles tem uma conversa e Damon diz o quanto ela poderia ser poderosa ao lado dele e tal.

Elena se joga do telhado onde estão e Damon a salva. Foi aí que Elen descobre o ligação que tem com Damon. Bom, é tudo muito demais do começo até o fim do livro que é Elena acordando vampira. Algumas quotes:

Ela não pôde se mover ou desviar o olhar. E dessa vez ela sabia que não era nenhum Poder que ele estava usando, mas simplismente a louca atração entre eles. Era inútil negar isso; o corpo dela respondia ao dele. Ela podia sentir a respiração dele em seus lábios.
-
Ela não olhou para cima para ver ele avançar nela. Mas ela sentiu o ar rodopiar ao redor dela, fazendo-a tremer. E então ela foi envolvida em uma escuridão suave e sem fim, que enrolou ao seu redor como asas de um grande pássaro.

As duas são de Elena com Damon ♥

quinta-feira, abril 14, 2011

Diários do Vampiro - O Despertar - L. J. Smith


Elena ignorou tudo isso. Ele girou ao redor, seu olhar penetrante procurando entre as lápides. Então ela se virou e gritou diretamente para a fúria do vento. Somente uma palavra, mas uma que ela sabia que o traria.

- Damon!
 
Como um livro pode terminar assim? Com Elena chamando Damon? É só para me matar de curiosidade, só pode!

Diários do Vampiro é muito bom! A história, pode se dizer, é um tanto ilusória, mas eu realmente gostei. A L. J. escreveu tãão bem os pensamentos de Elena.


Eu não tenho muito o que dizer, porque eu já sei um pouco da história. Eu assisto a séria já a algum tempo e não tinha lido os livro. Eu me surprendi muito enquanto lia porque eu muuuito diferente da série. As cenas da série são quase completamente diferente do livro.


Eu estava lendo logo nos primeiros capítulos e me surpreendi com Elena ser uma garota tão fútil -  eu acho - antes de conhecer Stefan. Ela e Caroline brigando para quem era melhor garota da escola. Elena querendo a todo custo Stefan. Fiquei bem assustada, porque eu tinha criado uma imagem, assistindo a série, de todos os personagens.


Há muito diferença entre os livros e a série, como: Elena é loura no livro, na série não. Caroline é morena no livro, na série não. Bonnie é tem pele morena e o sobrenome Bennett, na série não. A história de Katherine no livro é uma, na série é completamente diferente.


Eu, sinceramente, preferia que o diretor da série, seja lá quem ele for, tivesse deixado a estória original, porque ela tem um rumo muito bom, mas não sei o que deu na cabeça dele. Não sei também como foi a reação da L. J. com o roteiro e tudo mais.


Enfim, eu prefiro, agora, os livros. Mas a série é muito, mas muito boa e não vou deixar de assistir. Não fiz nenhuma quote porque estou lendo aqui no pc, mas eu gosto muito dessa:

- Eu gostaria que você ficasse aqui. - ele sussurrou. - Eu gostaria que você pudesse ficar para sempre. Mas você não pode.

- Eu sei. - ela disse, igualmente silenciosamente. Os olhos deles se encontraram novamente em uma silenciosa comunhão. Havia tanto a se dizer, tantas razões para estarem juntos. - Amanhã, - ela disse. Então, inclinando-se contra o ombro dele, ela sussurrou - o que quer que aconteça, Stefan, eu estarei com você. Diga-me que acredita nisso.

A voz dele estava abafada, oculta no cabelo dela. - Ah, Elena, eu acredito nisso. O que quer que aconteça, nós estaremos juntos.

Este é só o trailer da primeira temporada.

domingo, abril 10, 2011

Tentando Uma Adaptação - Cap. 4

Demorei para postar este capítulo por eu não tenho um ciclo exato de dias para isso. E também eu já tinha este captulo escrito só aguardando para ser postado. Aí fica difícil, muitas coisas na cabeça, surtos, ontem o aniversário da Kristen... Eu sou bem mais atarefada do que eu queria.
Cap. 4 - Oops! Adeus Itália
- Eu sinto dizer-lhes, mas não vamos ficar na Itália.- disse Carlisle.
Todos ficamos chocados com a notícia. Começaram a se questionar uns com os outros sobre o motivo de tal decisão repentina, já que nós só tínhamos ficado três dias em Verona. Carlisle logo interferiu.
- Não há problema nenhum. Eu queria uma casa na Alemanha, que por acaso é maior do que essa. – todos tinham ficado em silêncio, escutando. Menos Esme, que não parecia surpresa. – Então entrei na negociação da mesma e como vocês já estavam de férias, pensei que não daria tempo. Mas agora recebi uma ligação dizendo que a casa é minha e que eu já posso ocupar ela. – terminou o discurso, satisfeito.
- Nós vamos para a Alemanha agora? – perguntou Emmett, sem acreditar.
- Sim, nossa viagem será daqui à cinco horas, então, apressem-se. – informou-nos Carlisle.
Todos nós subimos correndo para nossos quartos para reorganizar as malas. Pelo modo como subi as escadas, fiquei cansada (que foi culpa minha; não deveria ter corrido daquele jeito), fui buscar meu inalador e me desesperei em não achá-lo.
- ESME! – gritei, entre espasmos. – Esme, onde está meu inalador? – perguntei, mas não obtive resposta. Pelo meu estado, não gritei o suficiente.
Saí do quarto e bati na primeira porta que vi, caindo de joelhos. Quem abriu foi Jasper, vindo rapidamente me ajudar e gritou por socorro.
Vi Edward e Rosalie saírem do quarto. Edward correu para onde eu e Jasper estávamos e Rosalie desceu as escadas para chamar Esme.
Esme logo veio com o rosto se partindo em desespero com a mala apropriada para a situação onde eu me encontrava. Antes dela chegar até mim, os espasmos aumentaram e eu fechei os olhos. Não conseguia mais controlar os meus pulmões. Sentia mãos segurando as minhas com firmeza e supus que fosse Edward. Acertei.
Senti a dor ir embora, dando lugar ao sono incompreensível. Mas não podia dormir, pois iríamos viajar e eu não queria ser o motivo para que os outros não fossem. 
Voltando a consciência, minutos depois, escutei Carlisle falando com Esme.
- Não se preocupe, meu amor. Viajaremos amanhã. Eu posso trocar as passagens. – comentou Carlisle a Esme, fora do quarto. Não auvi a resposta de Esme. Eu abri os olhos e tentei levantar, mas mãos consistentes me impediram.
- Não, não, fique deitada. Você precisa descansar. – acalmou-me Edward, sentado ao meu lado na cama.
- Eu... vou falar com Carlisle para ele não desmarcar a viagem. Eu estou bem melhor agora. Eu não quero que vocês fiquem com raiva e percam a viagem. – disse rapidamente.
- Ninguém está com raiva. Se é para esperarmos até amanhã, vamos esperar. – murmurou.
- Não! – disse eu. – Vamos hoje. – E me levantei da cama meio sonolenta e fui em direção a porta. Esme se assustou ao ver-me de pé.
- Querida, volte para cama. – disse, pegando em meus braços. Mas fui mais rápida.
- Carlisle, eu estou num estado perfeito para ir a essa viagem hoje e não quero que você a desmarque. – disse, decidida a não ceder.
- Mas é melhor esperarmos, querida. – murmurou. – Você precisa descansar.
- Eu já descansei o bastante. Nós vamos viajar hoje. – murmurei, cruzando os braços de encontro ao peito.
Carlisle olhou para Esme e assentiu.
A viagem foi longa, mas tranqüila. Passei a maior parte do tempo converasando com Edward sobre faculdade e o futuro.
Fiquei surpresa quando ele disse que queria seguir carreira de engenheiro. Eu tinha pensado que ele iria seguir os passos de Carlisle.
Quando chegamos na casa na Alemanha, nos vimos no Castelo da Rainha Elizabeth. A casa era digna da presença dela e faria inveja a qualquer um. Até eu.
- Bom, tem quartos para nós todos e muito mais. Só que mais da metade deles está inacabado porque os pedreiros estão de férias. Então, terão que dividir os quartos. Decidam quem vai ficar com quem. – nos avisou Carlisle, e eu e Edward entramos na casa sem falar nada. Nós íamos encontrar algum quarto para nos instalarmos. Estava um pouco frio lá fora e escutamos o murmurinho de todos os outros entrando.
Edward e eu escolhemos o último quarto, o mais aquecido de todos. Era grande, tinha uma cama de casal e um banheiro lindo. A mobília era cuidadosamente ornamentada  no lugar certo. Me senti em casa quando entrei nele. Edward suspirou ao meu lado, satisfeito.
Depois de nos aprontarmos, Esme chamou a todos para jantarmos. Quando saímos, vimos que Rosalie tinha ficado com Emmett e estavam satisfeitos um com o outro. E sobrou Jasper com a Alice. Pareciam felizes com a companhia.
Jantamos e comentamos sobre a casa e quartos.
- Sabe, Carlisle, eu pensava que a sua casa na Itália era a casa mais linda do mundo. Mas eu estava enganada. Essa casa é maravilhosa. – Rosalie disse, com um tom de admiração bastante audível.
- Obrigado. – Carlisle agradeceu. – Eu também gostei muito daqui. Claro, faltam os quartos ficarem prontos. Mas não quero obras enquanto estivermos aqui. – murmurou. – Se importam de continuarem a dividir os quartos?
- Não, imagina. – disse Emmett. E me pergunto se Esme e Carlisle já sabiam quem havia ficado com quem.
O jantar prosseguiu com todos nunca conversa animada. Menos eu e Edward – que estava sentado a minha frente, me olhando. – não falamos nada. Parecia que não nos encaixávamos na conversa. Também, Carlisle e Esme falando sobre a lua-de-mel e os outros sobre uma visita ao shopping no dia seguinte, não teríamos mesmo o que comentar.
Eu não queria sair amanhã. Não é desânimo da minha parte, mas eu preferia ficar e arrumar minhas coisas.
O jantar acabou bem tarde, já que todos terminaram mas não saíram da mesa. Edward foi o primeiro a se levantar. Correu para a escada, mexendo no celular. Eu fui a seguinte, queria muito descansar da viagem. Seria uma boa maneira de deixar Esme relaxada, porque se eu continuasse em movimento constante, teria tido uma crise de mal-estar que vocês já sabem no que levaria.
Cheguei ao quarto e Edward já estava deitado – teríamos que dividir também a cama – lendo um livro. Fui para o banheiro para um banho rápido. Voltei já pronta para dormir, com um pijama um pouco antigo na cor azul bebê e detalhes em seda. Alice tinha me dado de presente no meu aniversário 4 anos atrás.
- Você dormi assim? – perguntou Edward.
- Sim, algum problema? – disse, sem entender a sua pergunta.
- É que... parece uma roupa normal de que uma roupa de dormir. – indagou.
- Coisa de Alice. – disse eu, querendo deixar o assunto de lado.
Deitei na cama e me cobri. O colchão era extremamente confortável.
- Você quer que eu apague a luz? – murmurou Edward, com uma voz suave e gentil.
- Não, pode continuar.
Depois de um minuto contado, Edward apagou o abajur e se acomodou mais na cama. Eu estava com um braço para fora da cama, de lado, com as costas para Edward. Estava sonhando lendo um livro em Paris e de repente uma ventania levou meu livro. Só quando Edward me chamou, pegando em minha cintura, que percebi que tinha caído da cama.
- Eu estava sonhando com uma ventania. – disse eu, com uma voz rouca.
- É, a ventania te acertou em cheio. Você vai ficar com o cotovelo roxo. – assim que Edward disse isso, eu senti a dor no meu cotovelo direito.
Fui dormir mais para o centro da cama, prevenindo outra queda e de não acordar Edward, que tinha fechado os olhos.
Ele parecia um anjo que era o mais consagrado do céu. Lindo também como as estrelas. Em prefeita paz.
Eu sucumbi instantaneamente depois desse pensamento.

quinta-feira, abril 07, 2011

Harry Potter and the Deathly Hallows - J.K. Rowling

Eu esqueci! Desculpem.
Faz 4 dias que eu terminei de ler esse livro e não sei o que me deu para eu esquecer de fazer o post - já que eu estava tão empolgada de fazê-lo.Bom, continuando, nota 10 para esse livro, para a Rowling, para a imaginação dela. Porque, sinceramente, é um estória DEMIAS. Toda a fantasia, os nomes que eu amo, os lugares, a magia, os feitiços, tudo que envolve Harry Potter é demais.
Explicando: eu não sou fã, não acompanho a saga, nunca tive interesse. Mas para minha leitura eu amo e vou no Um Bom Lugar Para Ler Um Livro para ler os outros livros.


Sempre tive uma simpatia por Voldemort, ele nunca me meteu medo. Sei lá, pela aparencia - que não é linda -, pela inteligência, pela ligação com Harry e tal. Outro: o professor Snape. Senhor, desde que eu assisti HP 1 eu me apaixonei pelo Snape. Pelo jeito durão, pela postura, pelo modo como ele observa as coisas. Por tudo que ele tem. E ainda fiquei mais contente quando, no final do livro, Harry soube que ele era uma pessoa boa. Eu o chamo de anjo-da-guarda de Harry, porque foi ele quem guiou Harry até a espada de Gryffindor e, assim, possibilitou Harry de destruir as Horcruxes. Durante toda a estada de Harry em Hogwarts e até depois, Severo o ajudou e o protegeu, indo ao extremo se juntando a Voldemort e fazendo trabalhos para ele para proteger Harry. E isso tudo foi uma promessa dele a Dumbledore porque Severo sempre amou Lilian, a mãe de Harry.


Tão linda a história de vida de Severo quando ele era criança. Harry a viu no escritório de Dumbledore. Me emocionei.


Ah! E a batalha final de Harry e Volddy? Nossa, eu senti a tensão do momento e tudo que foi escrito naquele capítulo. Rowling, você merece todo esse amor de seus fãs. Um das minhas partes preferidas:

Harry puxou a varinha de unicórnio, e viu que os olhos de todo mundo no Hall estavam nela.

- Então tudo acaba aqui, não é? - disse Harry - A varinha que está em sua mão sabe que seu ultimo mestre foi desarmado? Porque se ela souber... Eu sou o novo mestre da varinha anciã.

Um brilho dourado passou subitamente no céu acima deles e aluz solar ia aparecendo próximo a janela, A luz pegou todas as faces ao mesmo tempo, e quando Voldemort era subitamente um borrão flamejante. Harry ouviu uma voz alta e então também gritou:

- Avada Kedavra!

- Expelliarmus!

A colisão pareceu um tiro de canhão, e as chamas douradas que saíram entre eles, na parte central do circulo que eles faziam, marcaram o ponto onde os feitiços se colidiram.

Harry viu o jato de luz verde de Voldemort bater no seu próprio feitiço, viu a varinha anciã voar alto, a escuridão sobre a luz solar, girando através do teto encantado como na cabeça de Nagini, girando pelo ar não mataria seu mestre, mas quem não tomasse posse total dela por último. E Harry, com sua enorme agilidade de apanhador, catou a varinha com sua mão livre e Voldemort caiu para trás, braços arqueados, as pupilas vermelhas rolaram para cima, Tom Riddle bateu no chão com um fim mundano, seu corpo espalhado e vazado, as mãos brancas vazias, sua aparência de cobra tinha saído de sua cara. Voldemort estava morto, morto por seu próprio ricochete de feitiço, e Harry ficou com as duas varinhas nas mãos, aonde abaixo jazia o corpo de seu inimigo.

quarta-feira, abril 06, 2011

Just The Truth.

Entenda que eu vou te chamar de idiota querendo te chamar de amor, que vou te odiar te amando, que vou sorrir chorando, que vou te mandar embora te desejando aqui, comigo. Entenda que eu sou orgulhosa, não vou lutar por você nem por ninguém, mesmo que seja isso que eu deva fazer, me desculpe eu não sei me humilhar por pessoas tão idiotas e estupidas como você e como eu. Entenda que é dificil de me entender, entenda que nem eu sei o que se passa comigo. Mas acima de tudo entenda que eu só quero que você me entenda.

Fonte