E esse foi a Fúria que levou Elena.
Nunca me senti tão pesada lendo um livro como me senti lendo A Fúria. É tão complexo e tão concetrado que me deixou com a cabeça atordoada. Isso não quer dizer que o livro é ruim - se pudesse fazer um raking dos três que eu li até agora poria 1º O Confrinto, 2º A Fúria e 3º O Despertar. A Fúria foi muito angustiante, mais para o final, porcausa da morte de Elena, mas não vou falar disso agora.
Os laços de Elena e Stefan se intensificaram mais nesse livro, e os dela com Damon também. Nesse livro, o amor que Elena sentia por Stefan em O Despertar ficou mais sério. E também o amor que Elena tem por Damon - sim, Damon - ficaram mais claros e pudemos, eu pude ver o interior de Damon. Ele mandando Katherine ir para o inferno quando ela disse que eles dois seriam felizes juntos foi descaradamente um delaração de amor a Elena, mesmo que não diretamente.
Bonnie e Meredith ficaram mais legais e mais amigas de Elena agora. Caroline viu o que realmente importa na vida e Matt, doce Matt, superou o medo que EU achava que ele tinha d vida ou da realidade. Ele é um tipo de amigo que eu queria ter. Com sempre digo, é muuito diferente da série, mas eu me sinto mais à vontade com os livros. Parece que os livros não enrolam tanto como série enrola. E falando em como terminar um capítulo para começar outro a L. J. é expert. Nunca vi um capítulo terminar tão graciosamente como os capítulos de The Vampire Diaries.
Indo diretamente ao assunto agora: A morte de Elena. Quando começava o meio do capítulo 15 me bateu um desespero. Elena se sentindo fraca pois tinha se atracado com Katherine para se salvar - melhor dizendo: salvar Stefan - da morte. Quando Stefan a tirou da luz do sol ainda senti uma esperança para Elena, mas foi em vão. O destino dela já tinha sido traçado. E Damon muito fofo nos últimos minutos de Elena, sendo racional. Mesmo ele escondendo suas lágrimas - eu sei que tinham lágrimas dentro dele -, ele foi muito fofo e romântico. E, assim, Elena se foi, fazendo agora dar certo a aliança e o perdão entre os irmãos. A única quote, que é enorme, foi da morte de Elena:
As paredes da cripta apreciam ter se derretido. Eram cinzas e nebulosas, e tinha algo parecido com uma entra ali, como a porta que dava acesso a habitação subterrânea. Só que aquela era uma entrada de luz diferente.
- Que lindo – murmurou. – Stefan? Estou cansada...
- Agora pode descansar – musitou ele.
- Não me soltará?
- Não.
- Então não terei medo.
Algo brilhava no rosto de Damon. Esticou a mão até ele, o tocou e afastou os dedos com assombro.
- Não fique triste – disse, sentindo a fresca umidade nas pontas dos dedos. Mas uma pulsada de preocupação a pertubou. Quem estava li para compreender Damon agora? Quem estaria ali para abraça-lo, para tentar ver o que havia realmente em seu interior?
- Temos que cuidar um do outro – disse, se dando cotna de que um pouco de energia voltava a ela, como vela flamejante ao vento. – Stefan, você me promete? Você me promete que cuidaremos um dos outros?
- Eu prometo – respondeu ele. – Elena...
Ondas de sono apoderaram dela.
- Está bem – disse. – Está bem, Stefan.
A entrada estava mais próxima, tão próxima que podia tocá-la. Se perguntou se seus pais estariam em algum lugar do outro lado.
- É hora de ir para casa – murmurou.
E então a escuridão e as sombras se desvaneceram e não houve outra coisa mais que luz.
É muito lindo mesmo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário