Divertidíssimo. Essa é a palavra para descrever esse filme. Se eu tivesse prestado atenção na época, eu teria ido ao cinema. E valeria meu dinheirinho. É uma comédia brasileira boa. Não tem nudez, criança pode assistir, não tem palavras impróprias nem uso de drogas. Enfim, é um bom filme considerando que é brasileiro.
Eu digo com toda clareza que eu não gosto de filmes brasileiros. Sempre são a mesma coisa; a grande maioria é. São todas as coisas ruins que eu citei acima. Mas se eu for fazer uma lista dos que prestam, seriam:
Se Eu Fosse Você 1, 2
Trair e Coçar É Só Começar
O Alto Da Compadecida
Só. Só esses três são bons para a família ver. Os outros pode ter certeza que são safadeza-pura. Me pergunto o que os diretores brasileiros têm em mente quando produzem esse tipo de coisa. A Mulher Que Desafiou o Diabo, Bruna Surfistinha, Ó Pai Ó, entre outros, não tem futuro, como diz minha mãe.
Mas, voltando a esse filme. Uma empregada doméstica intrometida causa várias confusões num condomínio de classe média alta ao desconfiar que seus patrões têm casos amorosos extra-conjugais. Eu ri muito, emocinei-me no final, mas aí comecei a rir novamente porque é uma comédia até na parte onde todo mundo acha que é a mais linda e fofa. A estória é bem engraçada e faz muito sentido. Finalmente a Globo mostra um filme inédito, eu acho. Adriana Esteves trabalha bem. Amei Toma Lá, Da Cá só por causa dela.

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