quarta-feira, março 30, 2011

Harry Potter and the Deathly Hallows - Poster



Porque eu estou fazendo este post? Não sei. Só sei que o novo poster de HP 7 parte 2 é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O.

Harry adulto e Voldermot com a varinha (não tenho medo de Voldermot). Deus! vai ser incrível. Não sou fã, não acompanho, mas tenho que falar que a J. K. é demais. Tem uma imaginação incrível. O que mais me intriga é: "Onde ela encontrou esses nomes esquisitos?" Me pergunto sempre. Alguns são bem legais, outros bonitos e outros tipo: "O que é isso?" Lendo HP 7 (não li os anteriores) eu sempre me pego rindo, séria, confusa, absorta.

É uma bela estória para deixar para os filhos e netos. Uma parte que eu achei bem interessante:

(...) Abandonando a tentativa de fechar a porta, ela começou a recuar para o hall escuro, e Harry entrou, deslizando ao seu encontro; as mãos de longos dedos sacaram a varinha.
- Onde está ele? 

- Das weiss ich nicht! Ele mudar! Não saber, não saber!

Ele ergueu a varinha. Ela gritou. Duas crianças entraram correndo no hall. Ela tentou protegê-las com os braços. Houve um lampejo de luz verde...

- Harry! HARRY!

Ele abriu os olhos; desfalecendo no chão. Hermione batia com força na porta.

- Harry, abra!

(Harry tendo uma visão de Voldermort matando uma mulher)

terça-feira, março 29, 2011

Tentando Uma Adaptação - Cap. 3

Primeiro: Estou muito ocupada lendo HP 7 (é grande, mas eu estou gostando). Segundo: Escrever essa estória é bem puxado. Estou escrevendo bastante. Explicação: Esse capítulo é bem pequeno, então, perdoem-me, pois ele é apenas um momento íntimo e maluco de Bella e Edward.. Estou louca para terminar HP 7 e comentar sobre ele. Desfrutem:

Cap. 3 - Conhecendo a família
No dia seguinte, Rosalie teve uma idéia para nos distrairmos. Ela queria que nós nos reuníssemos no terraço e falássemos um pouco de cada um. Carlisle e Esme foram até o centro da cidade para conhecê-la sozinhos (eu entendi).
Com a saída deles, Emmett se animou e disse que o jogo ficaria mais picante. E eu não estava gostando do “picante” dele.
Quando todos estavam sentados em um círculo no chão do terraço, a luz se apagou e eu vi que foi Emmett começando com seu esquema “picante”. Ele tinha um interruptor nas mãos.
- Bem, quem começa a falar de si? – perguntou Alice, observando todos ao seu redor.
- Eu! – exclamou Rosalie, animada. Era de se esperar. – Bem, fisicamente, tenho um corpo atlético, - riu de si mesma. – tenho 1,77 de altura e agüento altas pressões. – fez uma cara provocativa e olhou para Emmett que se animou. – Já interiormente,  eu sou completamente independente e não me apego muito às coisas. A maioria das coisas para mim é descartável. É isso. – deu de ombros e sorriu. O descartável dela era os homens, que só os usava uma vez. Edward bufou.
- Agora, eu! – disse Emmett. – Não adianta nem dizer como sou fisicamente, né? – murmurou.
- Percebe-se. – disse Alice, rolando os olhos e rindo.
- É, então. Gosto de vídeo-game e praia. Principalmente de nudismo. – falou e Jasper deu-lhe uma cotovelada no braço. – Minhas mulheres preferidas são as que tem peitos grandes. – gargalhou.
- Chega. – murmurou Edward, acenando para Alice começar.
- Bom, eu sou pequena por fora, mas agüento muita coisa interiormente. Gosto de atenção e sou extremamente exigente. – disse Alice, com um sorriso brilhante.
- Porque eu concordei com isso? – disse Edward baixinho ao meu lado.
- Eu também. – concordei.
Nós nos olhamos e esperamos Alice terminar seu discurso de Barbie.
- Eu sou muito tímido e isso é motivo para meu querido irmão Emmett zuar comigo. Gosto de ler um bom livro a cada semana e...
- Gayzinho. – sussurrou Emmett.
- Eu vou bater em você. - disse Jasper, num tom ameaçador.
- Você não bate nem em uma mosca. – provocou Emmett.
- Você quer ver? – murmurou Jasper, virando em direção ao irmão.
Eles continuaram as provocações e eu me convenci que essa era minha deixa para essa apresentação tediosa doas nossas famílias. Não percebi Edward me seguindo até chegarmos no corredor dos quartos.
- Aposto que foi idéia do Emmett fazer este joguinho idiota. – murmurou Edward atrás de mim.
- Não, foi idéia da Rosalie. Sabe, loura, né? – Nós rimos da minha piada.
- O que vamos fazer agora? – perguntou.
- Dois dias aqui e eu não saí, acho que seria uma boa a gente ir a algum lugar que não seja essa casa. – sugeri, querendo muito sair de casa.
Eu nunca fui muito de ir para baladas ou festa. Sempre estudei quando era para estudar e sempre me diverti nos momentos propícios. Nunca fui uma aluna ruim, mas nunca fui comparada com um nerd. Na escola, tive poucos e bons amigos. Uma turminha de exemplo, como dizia meu ex-professor de biologia. Mas agora que eu estava de férias e iria entrar na faculdade, podia, sim, me divertir.
- Boa idéia, também quero sair. – aprovou Edward, se dirigindo a uma mesinha e pegando as chaves do carro que Carlisle tinha aqui.
Fomos até uma livraria tomar café. Não é o lugar certo para fazer isso, mas tem bastante silêncio. Tomamos várias xícaras seguidas de café morno. Quando o crepúsculo chegou, eu me apressei em concluí o dia.
- Já está escurecendo. É melhor nós nos apressarmos. Esme já deve ter chegado. – disse, olhando pela janela.
- Estamos de férias, lembra? Não temos hora para chegar em casa. – lembrou-me ele, sorrindo da minha memória fraca.
- O que mais vamos fazer? A loja já vai fechar. Seremos expulsos. – disse, observando ao redor e percebendo o deserto em que se encontrava a biblioteca local.
- Bom, podemos sentar numa calçada e lavar a alma contando segredos um para o outro, chorando ao mesmo tempo. – sugeriu, um pouco sério para o que tinha dito.
- Está de brincadeira, não é? – disse, não acreditando no que ele havia me dito.
- Sei lá, você quem sabe. A noite é uma criança. -  murmurou, sorrindo.
E assim, saímos da biblioteca tramando para onde iríamos dali para frente.
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Eu gosto tanto desse cap.

sexta-feira, março 25, 2011

The Haunted Airman - Chris Durlacher

Filme do ano de 2006 (Rob com 20 aninhos)


Eu não sei como descrever esse filme. Ele é uma pequenha produção, sim, que foi pouco assisitido na época, eu suponho. Mas eu gostei. O Rob encarnou bem no personagem. As cenas foram bem detalhadas, com os cortes devidos.

Bem, não é lá o melhor filme do mundo, mas para quem curte, como eu, ver todos os filmes - mesmo que não sejam bons - para distinguir a qualidade e as diferenças com outros do mesmo gênero, é uma boa escolha assistir The Haunted Airman

Eu não estou defendendo o filme só porque o Rob está nele, mas é que tem uma estória nele. Foi bem escrito, digo, no roteiro. Teve umas frases bem interessantes que vou anotar depois. Também fiz uns prints - quatro para ser exata -, como esse:


Jugg falando com uma irmã do local onde está internado sobre o doutor e a tia.

Achei interessante também o fato de que o Jugg só tenha alucinações com as aranhas. Ele poderia ter também com os homens que morreram no dia do acidente. A morte de um colega dele lá naquela casa também foi bastante inusitada.

O que mais gostei foi ele matando a tia no final. Ela merecia, traiu ele. E o que goste mais ainda é que o doutor não fez nada. Parecia que ele queria que aquilo acontecesse. Foi uma coisa bem estranha da parte do médico.

Uma pequena produção onde o que vale não é o redimento final e sim, a história contada. Gostei. 

Não tem trailer legendado.

segunda-feira, março 21, 2011

Emily Brontë - O Morro Dos Ventos Uivantes



O Morro Dos Ventos Uivantes. Que nome lindo!

Acabei agora mesmo de ler esse livro. São 02:01 da manhã e eu aqui postanto. Quando terminei corri para cá - já havia deixado tudo pronto para comentar sobre o livro.

Nossa, eu nunca me senti tão contente em ler um romance como esse. Estou extasiada rsrs. Gostei muito da Emily tê-lo escrito como uma história contada. A linguagem antiga que ela usou me fez, por várias vezes, parar e perguntar o que significava tal paçavra e logo depois começava a rir. O final foi divinamente perfeito.

Fiquei triste pela Catherine ter morrido tão cedo no livro. E eu pensava que o Heathcliff - meu querido Heathcliff <3 - ficaria vivo no final, mas não foi assim. O personagem que eu mais me identifiquei foi com a Cathy, filha de Catherine com Edgar. Ela (Cathy) poderia ser a protagonista, porque ela teve mais presença do que a mãe. Eu super amei e fiquei emocionada com o Hareton e a Cathy terem ficado apaixonados no fim. Desde que ela passeava no Morro com o filho de Heathcliff, Linton, eu achava que ela ficaria com o Hareton. Sempre torci para eles dois.

O livro é lindo por si só, não precisa de elogios (que comportamento cara de Heathcliff). Eu recomendo porque gostei de como os personagens descreviam as suas histórias e a Emily foi perfeitamente brilhante, escolhei um nome digníssimo da obra. Eu gostei muito e fiz cinco quotes, aí as minhas preferidas:

- Se tudo o mais perecesse e ele ficasse, eu continuaria, mesmo assim, a existir; e, se tudo o mais ficasse ele fosse aniquilado, o universo se tornaria para mim uma vastidão desconhecida, a que eu não teria a sensação de pertencer.
Catherine, pag. 74-75.

- Acredita, se quiseres! Eu nunca o teria banido da vida dela, se isso fosse contra a sua vontade. No momento em que o interesse dela acabasse, eu iria arrancra-lhe o caração e beber seu sangue. Mas, por hora... Se não acreditas em mim é porque não me conheces. Porém, enquanto tal não acontecer, prefiro morrer a tocar num só fio de cabelo que sejá!
Heathcliff, pag. 129. 

Agora vou dormir. São 02:22 da madrugada.

sábado, março 19, 2011

Tentando uma Adaptação - Cap. 2

Desde que eu publiquei o primeiro Cap. que o segundo está pronto. Achei um coisa que eu acho que sou boa: escrever.
Cap. 2 - A cidade de Verona
Já tinha feito minhas malas um dia antes e agora só estava esperando a Alice terminar de se arrumar para irmos a casa dos Cullen e de lá para o aeroporto. Ele telefonou para Esme dizendo que iríamos nos carros deles porque ele conhece um cara que vai trazê-los de volta quando embarcarmos.
Alice finalmente terminou e Esme nos chamou para o carro. Eu nunca vi minha mãe tão empolgada com alguma coisa. Carlisle deveria estar fazendo muito bem a ela. E fiquei feliz por isso. Esses três meses na Itália iria nos ajudar a relaxar, as minhas primas também. Rosalie me contara na noite passada que achou o Emmett e o Edward muito “gatinhos” e disse que o Jasper era muito fraquinho. Alice discordou dizendo que ele é uma “graça”.
Quando chegamos na casa dos Cullen, tinha dois carros preparados. Um volvo prateado muito lindo e um Mercedes bem reluzente. Carlisle logo saiu de casa e nos cumprimentou dizendo que o nosso vôo era das 20:00 e que teríamos o dia inteiro na casa dele. Rosalie adorou, queria dar logo a iniciativa no grandão e Esme também. Ela e Carlisle desapareceram depois que chegamos e eu não queria imaginar o que eles estariam fazendo. Logo vi Edward sair da garagem ao lado da casa com Emmett que foi abordado por Rosalie.
Jasper, que saiu de dentro da casa, veio em minha direção. Eu não sabia onde estava Alice agora.
- Oi, Bella! Tudo bem? – falou animado para uma conversa.
- Oi, sim, estou ótima – murmurei sem saber que eu já era bem conhecida pelos irmãos além de Edward.
- O que você vai fazer hoje, já que vão ficar aqui até o vôo?
- Não sei, acho que nada. Talvez ir àquele lago e ler. – indaguei, sem ao menos cogitar a idéia de ler o lago.
- Hmmm. Podemos subir, eu te mostro a casa. – sugeriu
Não respondi, Alice já estava tagarelando para Jasper e pedindo para ele levá-la ao lago. Minha prima anã ficou encantada com o lago. Jasper não pode falar nada, ela já o estava levando e desaparecendo em meio às árvores.
 Eu ia ficar dentro do carro e dormir até a noite. Não tinha nada para fazer mesmo, pelo menos eu descansavam.
Edward estava encostado no carro de Esme esperando. Estava com uma cara um pouco menos animada do que a dos outros.
- Não está animado com a viagem, Edward? – perguntei quando me aproximei do carro. Me encostei ao seu lado esperando a resposta.
- Não é isso. Eu queria ficar um tempo sozinho e a viagem deles seria perfeita, mas Carlisle me convenceu a ir. – murmurou com a voz baixa.
- Então, não está animado. – concluí.
- Agora estou, terei companhia além dos chatos dos meus irmãos. – ele riu e me encarou, parecendo esperar que eu falasse algo. Ele logo falou:
- Você vai mesmo ao lago?
- Com certeza, não. Acho que vou ficar e dormir no carro. – disse, por fim.
- Eu posso te mostrar a casa. Carlisle tem uma coleção de mini-carros que impressiona qualquer um. – sugeriu e eu assenti.
Fomos na direção contrária da sala de jantar e entramos numa sala muito bem cuidada e muito limpa.
- Isso tem a cara do seu irmão Emmett, não de Carlisle. – ri de costas para Edward.
- Ele colecionava quando era criança. Ele só completou os 500 carrinhos agora. – disse.
- 500 carrinhos? – perguntei, admirada. Não dava para saber quantos carros tinham naquela sala. Todas as paredes tinham estantes completamente cheias de carrinhos. – Puxa, isso vale muito.
- Carlisle nunca venderia. – murmurou Edward, com certeza.
Fiquei observando uns carrinhos Ferrari’s que tinha numa prateleira no centro do cômodo. Eram muito lindos. Nem percebi Edward chegando perto de mim.
- Você quer ver o resto da casa? – ele estava ao meu lado. A proximidade foi irradiada por choques de frio.
- Tem o que mais para ver? – perguntei, imaginando se alguém colecionava mais alguma coisa na casa.
- Bem, o teto tem um vista ótima. E a sala do piano. – indagou Edward, bem pensativo.
- Não sei. Eu estou um pouco cansada. Não dormi bem na última noite e... Nossa! Preciso ir à escola pegar os cartões das faculdades. Desculpa, eu volto rapidinho. – falei, saindo da sala, deixando Edward sem fala.
Peguei o carro de Esme e fui à escola buscar os cartões para as faculdades. Hoje era o último dia para pegá-los. Quando voltei, a casa estava como antes. Nada de Esme e Carlisle, Alice e Jasper e Emmett e Rosalie. Entrei na casa e fui para a sala dos carrinhos. Edward não estava lá. Teria que explicar que aquele era o último dia para buscar os cartões. Resolvi ir a seu quarto.
Abri a porta e não tinha ninguém. O quarto era arrumado, mas não tanto. Tinha uns livros espalhados num canto. Fui até eles para ver os títulos e já tinha lido todos. Eu devo ser um E. T. que devora livros. Dei um passo para trás e minhas costas se chocaram com o peito de Edward.
- Você voltou rápido. – disse enquanto eu me virava para vê-lo
- Só fui buscar os cartões como eu disse. Hoje é o último dia que eles liberam. Desculpa sair daquele jeito. – me desculpei com um meio sorriso.
Eu desci porque Edward ia tomar banho para se aprontar para a viagem eu deitei no sofá, exausta, tentando descansar. Deixei minha mente vagar por minhas lembranças até sucumbir.
- Bella! Bella, acorda. Vamos para o aeroporto. – acordei com Rosalie sentada ao meu lado no sofá me remexendo.
- Ai! Eu dormir. Já estou indo. – disse sonolenta.
- Tá, estamos te esperando lá fora. – Rosalie disse, saindo da sala em direção a porta.
Me levantei e fui ao banheiro. Agora eu tinha acertado. Acho que Carlisle me disse outro banheiro, não o da porta do meio no corredor do quarto. Entrei, lavei o rosto e me espreguicei. Quando cheguei lá fora, estavam todos nos carros.
- Onde eu vou? – perguntei para os carros.
- Comigo e o Emmett. Vem. – disse, me pegando pelo braço – aquilo já virou rotina – e me levando até o volvo.
- É seu? – perguntei a Edward?
- Sim, chegará na Itália em duas semanas. – murmurou e abriu a porta para mim.
Emmett estava deitado no banco de trás, quase roncando. Com uma blusa nos olhos e o cinto de segurança amarrado em uma perna. Eu ri.
- Ele está totalmente inconciente. – disse Edward, ligando o carro.
O carro de Carlisle já tinha saída da casa. Nós o seguimos até p aeroporto. E não demorou muito para o nosso vou ser chamado. Chegamos à Itália e lá eram 5 da manhã. Já estava bem ensolarado e eu sentia bem o calor. Peguei me inalador quando esperávamos o taxi que nos levaria até a casa. Edward se aproximou de mim.
- É, o sol daqui é insuportável mesmo. Eu acho que o Jasper vai ficar com asma também. – disse sem ri. Quem riu fui eu. Todos já sabiam do meu probleminha de asma.
Chegamos na casa de Carlisle e eu e minhas primas ficamos boquiaberta. Era um mansão muito linda. Surreal até. Ele tinha muito bom gosto. Escolhemos os quartos e esperamos Esme terminar o café da manhã para ficarmos quites com o fuso-horário. Terminamos e eu subi para o meu quarto. Da janela dava para ver uma linda paisagem da Itália. Eu nunca tive interesse pela cidade, mas agora fiquei empolgada em conhecê-la. A cidade de Verona era uma ótima escolha para férias e iria me conquistar. Eu tinha certeza disso.


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Esse capítulo se desenrolou como o primeiro. Agora estou escrevendo do quarto cap.

quarta-feira, março 16, 2011

Tentando Uma Adaptação

Estou escrevendo uma história baseada na Saga Twilight (os personagens) e ontem eu já escrevi dois capítulos dela. Estou muito animada com essa nova descoberta minha: o prazer magnífico em escrever. Aqui vai o primeiro capítulo:

Tentando uma Adaptação
Esme, mãe deBella e tia de Rosalie e Alice, decide se casar com o médico da cidade que sua filha não conhece. Mas o que todos pensam ser a felicidade dos noivos, também será a felicidades dos filhos e sobrinhas. Nasce desde o primeiro encontro, um amor além do universo, que só quem o vive sabe. Edward e Bella se apaixonaram desde o primeiro segundo que se viram, só que não sabiam.

Cap. 1 - Vou viajar?
01 de dezembro. Graças à Deus estou livre da escola. Vou ter tempo, muito tempo para me preocupar com alguma coisa, mas precisamente daqui a quatro meses. Mas hoje estou com um pé atrás porque Esme – minha mãe querida – disse que quer conversar comigo sobre um assunto muito sério. Será que vamos nos mudar de novo? Não agüento mais esse troca-troca de casas.
Quando cheguei em casa, Esme estava sentada no sofá, sem fazer nada. Nesse momento eu fiquei com medo. Esme nunca era de me esperar em casa. Fechei a porta e fui me sentar ao lado dela. Sabia que era uma coisa importante e que ela não deixaria eu tomar um banho primeiro. Quando sentei, ela se virou para mim e segurou as minhas mãos. Aí eu gelei. Ela começou:
- Querida, eu tenho uma novidade para te contar, mas eu vou entender se você não aceitar.
Ela nunca falava assim. Agora, realmente, eu estava entrando em pânico. Se ela não me contasse logo eu teria um ataque. Que não seria uma coisa boa, por causa da minha asma. Eu sempre tive asma. Quer dizer, desde os cinco anos de idade, quando Esme me adotou. Em todo esse tempo eu só tive uma crise grave. Agora tenho 17 e os sintomas estão se acalmando mais. Mas eu tinha que descobrir logo o que Esme queria falar, senão eu iria para o hospital.
- Fale logo, mãe. Eu estou ansiosa. – falei nervosa.
- Eu... eu... eu estou namorando, filha. – falou.
Eu fiquei em pânico de primeira, depois fiquei feliz. Nunca de Esme namorando. Era  a primeira vez.
- Esme, Esme! Que bom! Isso é... demais! – esbravejei.
Eu a abrace e sentir a pressão e tensão sair de seu corpo.
- Mas agora eu tenho outra coisa para falar. – murmurou um pouco ressentida – Nós queremos ir à Itália. Carlisle tem uma casa lá. Depois nós estávamos pensando em nos... casar. Você quer ir conosco?
- Eu nãi tenho nada contra, mas a Itália é... quente, não é?
- Não tem problema, filha. Eu vou estar lá. Carlisle tem três filhos e eu vou levar suas primas para formarem casais. Será divertido.
- Eu também acho. – falei meio desanimada. Alice ir tudo bem, mas Rosalie é um pouco atrevida. Se os garotos forem bonitos, coitados.
Esme estava me olhando, analisando as minhas reações. Depois de um tempo, eu ri e lhe abracei. Esme hesitou um pouco mas depois falou:
- Amanhã nós iremos jantar na casa deles. – ela esperou para eu gritar com ela e xingá-la por não ter me contado antes, mas eu estava feliz demais para fazê-lo.
Assenti e disse: - Eu vou dormir. Boa noite.
Cheguei no meu quarto meio desanimada. Amanhã eu teria um jantar na casa do futuro marido na minha mãe que eu não cohecia.
Acordei e fui direto para o banheiro. Não tinha sonhado na noite passada. Quando terminei o banho, desci e fui à cozinha para um café delicioso de todos os dias. Quando olhei o relógio: 15:00.
- O QUÊ? – esbravejei. – São três horas da tarde? Eu não acredito.
Esme estava na pia lavando alguns pratos do almoço que só ela comeu.
- Você estava com uma carinha bem cansada, então não te acordei. É melhor você só fazer um lanche, porque daqui à duas horas e meia vamos a casa de Carlisle.
Casa de Carlisle. Meu Deus! Eu noi preparei nada, acho que não tenho nenhuma roupa. O silêncio foi cortado pela campainha trazendo os sorrisos de orelha a orelha das minhas primas Alice e Rosalie.
Antes de irmos, Rosalie me ajudou com as roupas, como sempre faz e eu apenas pus um batom cor de pele. Quando estacionamos o carro, Carlisle, eu acho, estava nos esperando na porta. Eu o cumprimentei e o achei bem jovem para sua idade.
A casa dele era bem grande e bem organizada para quatro homens. Nesse aspecto eu aprovei. Esme se redirecionou logo para uma pequena sala a sua frente onde estava Carlisle, parecendo conhecer a casa. Eu estranhei.
- Carlisle, essas são Bella, minha filha, Alice e Rosalie, minhas sobrinhas. – Esme indagou com um belo sorriso.
- São encantadoras. – falou ele, sorrindo. – Os meninos estão descendo. – E logo pudemos ouvir passos na escada.
O primeiro era bem alto, forte e com uma cara de safado. Eu ri dos meus próprios pensamentos. O segundo era um pouco mais baixo, magrinho e louro. E o terceiro tinha um rosto prefeito e sério, alto e um pouco forte.
- Meninas, esses são Emmett, - o forte – Jasper – o louro – e Edward – o sério. Apresentou-lhes Carlisle e eu completei em pensamento.
- Olá – falou Jasper, tímido.
- Boa noite – falou Edward, sorrindo torto.
- E aí? – Emmett disse, animado.
Apenas assentimos com a cabeça.
Carlisle entrelaçou os braçois no de Esme e disse:
- O jantar será servido daqui a alguns minutos. Vamos para a sala.
Todos o acompanharam até a sala. Eu hesitei um pouco, tentando adivinhar qual era o propósito daquela parada. Será que chegamos cedo demais? Ou era premeditado para que conversássemos? Os meus pensamentos foram interrompidos quando Edward falou.
- Você não vai? – falou com uma voz calma.
- Ah! – estremeci surpresa. – Acho que sim – Olhei para a direção onde os outros tinham ido. Tinha duas entradas para salas iluminadas e eu não sabia em qual entrar. Por fim, escolhi a da direita. Mas quando entrei não havia ninguém.
- Entrada errada. – Edward falou educado, pegando o meu braço e indo em direção a uma outra sala que eu nãi havia visto. Logo quando entramos no corredor, ouvimos as risadas de Emmett e Rosalie.
- Finalmente! Pensei que tinham se perdido. – falou Alice, sorriso. Os lugares já estavam ocupados e só sobrou um sofazinho no canto para eu e Edward. Todos estavam concentrados nas suas conversas. Alice, Jasper, Emmett e Rosalie no sofá maior. Esme e Carlisle no outro ao lado.
- Então, qual é o seu nome? – Edward perguntou. -  Eu acho que perdi a apresentação de vocês. – sorriu torto novamente.
- Eu sou Bella. – falei com a voz baixa. – E a loura é a Rosalie e a baixinha, Alice. São minhas primas. E você deve conhecer Esme, minha mãe. – Esme estava muito feliz.
- Sim, conheço. – falou olhando para mim. – Você vai à Itália? – perguntou.
- Sim, eu acho que sim. – respondi e dei um meio sorriso.
Não falamos mais nada desde então. Uma empregada de Carlisle anunciou que i jantar ia ser servido, mas eu estava distraída e não percebi todos indo. Mais uma vez Edward me levou para o local certo.
No jantar, Carlisle começou a falar sobre a viagem à Itália.
- Então, todas vocês vão conosco? – perguntou ele.
- Sim, pelo que eu sei. Estou muito animada para conhecer a Itália. – respondeu Alice com os olhos brilhando.
Nem percebi quando Jasper falou comigo.
- Bella? – chamou-me ele.
- Oi, desculpa. O que foi? – estavam todos olhando para mim. Eu até fiquei um pouco envergonhada
- Você está animada para ir à Itália? Você já conheceu? – perguntou rindo em minha direção.
- Sim, estou animada. – falei com a voz rouca. – E nunca conheci a Itália. Vai ser a primeira vez.
- Ah! Eu conheço bastante a cidade, posso te mostrar se quiser. – falou rindo e eu assenti.
Senti Edward, que estava ao meu lado, enrijecer.
A noite foi se arrastando de maneira lenta. Eu não estava desconfortável na casa, mas o colete que Rosalie pusera em mim estava me incomodando. Precisava ir ao banheiro. Interrompi Carlisle enquanto ele falava com as minhas primas sobre a casa na Itália.
- É... Carlisle, onde é o banheiro? – perguntei num sussurro.
- No final do corredor, à esquerda. – respondeu e eu assenti.
Como percebi, tinha dois corredores, mas fui no que Edward tinha me levado, onde ficava a sala de estar. Deveria ter um banheiro perto de lá.
No fim do corredor, à esquerda tinha uma escada que dava para cinco portas. Um tinha "Emmett” escrito. Ali deveria ser onde tinham os quartos dos rapazes. As quatro portas restantes estavam sem nomes. Como Carlisle disse a última porta, à esquerda, fui para a última porta na lado esquerdo. Errei. Era um quarto. Mas também tinha um banheiro. Eu estava muito apressada para procurar a porta certa.
Quando entrei, vi logo um porta-retrato com a foto de Edward lendo um livro. Percebi qual era: “O Morro Dos Ventos Uivantes”. Eu também li aquele livro. Fora isso, o banheiro era limpo. Fui logo tirando o vestido e a meia-calça para retirar de mim o colete. Rosalie deveria ter apertado demais aquilo, porque eu não estava conseguindo tirar. Foi quando ouvi:
- Desculpe! Em não sabia que você estava aqui. – Edward disse num tom de desculpa.
A minha única reação foi ficar parada do jeito que eu estava. Ele sentiu a minha tensão naqueles segundos.
- Você está bem? – falou ele na porta.
- É... é... Sim. – abaixei e peguei o vestido para me cobrir. – Você pode chamar a Rosalie para mim, por favor? – perguntei corada.
- Eles saíram, foram a um lago aqui perto. - falou e eu logo me desesperei.
- Meu Deus, e agora? – falei, tentado achar um jeito de me livrar daquele colete.
- O que foi? Algum problema? – murmurou.
- É que... o colete está me apertando e a Rosalie... deveria... me ajudar. – falei, perdendo as esperanças. Iria ficar com aquilo até chegar em casa.
Edward hesitou e depois falou solene.
- Eu posso te ajudar. – disse. – Se quiser.
Eu o olhei meio incrédula, mas depois assenti. Aquilo estava me incomodando muito. Eu virei e ele logo retirou os fechos nas minhas costas. O toque foi suave e gentil. O colete afrouxou e eu me senti aliviada.
- Obrigada. – murmurei de costas para ele.
- Vou esperar você no quarto para irmos ao lago. -  disse, retirando-se.
Eu me vesti rapidamente e fomos direto para o lago. Todos estavam sentados na margem e eu preferi ficar um pouco longe. Eles não perceberam a nossa chegada. Me sentei perto de uma árvore e Edward fez o mesmo. E a noite terminou com abraços, agradecimentos e elogios.
Quando chegamos em casa, Rosalie me perguntou do colete nas mãos. Eu ri e disse que estava me incomodando. E a reação dela foi esperada:
- Você não sabe nada de moda. – e soltou um Humpf.
Fui dormir tranquilamente. Minhas primas ficaram também, já haviam trazido as malas para a viagem que seria daqui a dois dias. E afundei na cama feliz da felicidade da minha mãe.
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Grandinho, não é? Amei!

quinta-feira, março 10, 2011

The Vampire Diaries - 2x16

Esse episódio para mim foi super porque eu estou amando o ódio que o Damon tem pela Katerina. Quanto mais ela fala a verdade, mais o Damon odeia ela e mais o Damon se apaixona pela Elena. Eu quero muito ver um momento Delena, mas cadê? Estão esquecendo eles? Assim fica sem graça. Fiquei feliz pela Bonnie ter recuperado o seus poderes e ela e o Jeremy terem assumido. Amei, amei, amei o Damon empurrando a Katerina da cama, madando ela ir para o outro quarto. Tem muitas cenas Damon e Katherine, mas eu não sinto como se fosse a Elena, já que é a Nina as duas. Protesto: Quero cenas de Delena já.

Black Swan - Darren Aronofsky


Nina Sayers (Natalie Portman) é bailarina de uma companhia novaiorquina de balé. Sua vida, como a de todos nessa profissão, é inteiramente consumida pela dança. Ela mora com a mãe, Erica (Barbara Hershey), bailarina aposentada que incentiva a ambição profissional da filha. O diretor artístico da companhia, Thomas Leroy (Vincent Cassel), decide substituir a bailarina principal, Beth MacIntyre (Winona Ryder), na apresentação de abertura da temporada, O Lago dos Cisnes, e Nina é sua primeira escolha. Mas surge uma concorrente: a nova bailarina, Lily (Mila Kunis), que deixa Thomas impressionado.
O Lago dos Cisnes requer uma bailarina capaz de interpretar tanto o Cisne Branco com inocência e graça, quanto o Cisne Negro, que representa malícia e sensualidade. Nina se encaixa perfeitamente no papel do Cisne Branco, porém Lily é a própria personificação do Cisne Negro. As duas desenvolvem uma amizade conflituosa, repleta de rivalidade, e Nina começa a entrar em contato com seu lado mais sombrio, mexendo com seu psicológico.

Natalie Portman, de Closer e V de Vigança, num trabalho que eu imagino que a Angelina Jolie teria dificuldades em fazer, sendo tão completamente magnífica e totalmente deslumbrante quanto a dança. A Nina me deixou encantada com seus pequenos passos. Eu senti realmente a difuculdade que ela teve para interpretr o Cisne Negro. Deixando que fora as cenas de sexo, o filme é completamente equilibrado na taxa étária, de 12 pra cima. Meu tio assistiu em DVD e odiou por essas cenas mas pesadas e por eu ter visto o filme.

Eu tenho uma mente bem aberta quanto a isso. Qualquer filme pode ter esse tipo de cena e acho uma coisa normal. No entanto que a cena seja necessária e bata com o roteiro. Não gosto quando é uma coisa forçada, só para deixar o filme mais erótico. Existe tantos filmes que eu gosto de assistir e não precisam disso.

Hoje em dia, a indústria cinematográfica está pondo mais cenas de sexo por que acham que irá atrair o público, e desta forma atrai, sim. As pessoas hoje em dia não tem mais conciência para destinguir a qualidade dos filmes. É isso que me deixa mais indignada. Hoje são produzidos tantos filmes sem estória e sem roteiro bom. Justin Bieber, Restart, filmes sobre jacarés com tamanho de hipopótamos e com velocidade de um tigre são o que temos para hoje. Estou ficando um pouco triste. Mas ainda bem tenho o David Slade, Bill Condon, James Cameron e outros diretores que tem cérebro para fazer um bom filme. Ainda bem que tenho um Cisne Negro, O Turista ou O Discurso Do Rei para me fazer acreditar que ainda tem esperança. Não que a indústria esteja caindo, mas não queria que fosse mais produzido esses tipos que filme que eu citei anteriormente.

Enfim, Cisne Negro é um ótimo filme, e o Oscar que foi para a Natalie foi bem merecido. Felicidades para elea, que está grávida!

Trailer:

http://www.youtube.com/watch?v=wHhjsGjxHvk&NR=1

segunda-feira, março 07, 2011

Às vezes sinto que vou desaparecer...

Já senti tudo que uma pessoa pode sentir, mesmo com minha pouca idade e falta de experiência. Porque eu sei como é se sentir machucada, ferida, pisada. Mas também sei como é se sentir o centro das atenções, o meio, a importante. Eu tenho muito medo de não ser boa o bastante no futuro. Tenho medo de decepcionar as pessoas, e que elas parem de acreditar em mim. Eu quero ser bem sucedida na minha vida, mas tenho medo de eu não chegar a ter uma de verdade. Tenho muitas espectativas com as pessoas e seu que com essas eu vou me decepcionar muito. Na minha cabeça, eu crio várioas personagens perfeitos para me distrair, baseados no que eu queria viver, chances que acho que nunca vou ter. Mas eu perco tanto tempo que essa ilusões, que acabo esquecendo um pouco do meu presente. Aí acabo recorrendo a música, um ponto importante. Quem não já escutou Welcome To My Life de Simple Plan? Essa é minha música, minha inspiração para escrever. Agora mesmo, enquanto escrevo isso, eu estou ouvindo ela. E tudo o que eu penso sai para uma estória. Outra, livros, ah! meus livros. Meu amor maior, meu guia, meu passaporte para um mundo que não existe, uma entrada para o lugar onde eu sou a Rainha, onde eu mando, onde eu posso ser quem eu quiser, onde eu posso estar com quem eu quero e moldar ao meu gosto. Livros são a coisa que eu mais necessito na vida, pois eu me sinto liberta da estupidés desse mundo. A minha liberdade que eu não tenho quando estou em casa, esperando alguma coisa acontecer. Mas não a contece nada. Minha frase preferida é uma de Shakespeare: Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém. Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim... E ter paciência para que Deus faça o resto... Eu modifico a palavraVida para Deus, pois acho que ele, sim, é quem pode fazer o resto dar certo. Shakespeare sempre foi para mim o homem que disse sempre a verdade, e não teve medo de dizé-las. A verdade é que nunca ninguém será capaz de fazer outras amá-la, nem por todo o dinheiro do mundo. Apenas poderá ser quem ela é e conquistar o amor das outras. É assim que eu levo a vida. Sendo eu mesma. - . Os filmes me dam o que eu quero. Uma ação rsrs Um romance, um drama. Os filme para mim são como ilustrações do que nós podemos fazer na nossa vida. Personagens que vão a luta para conseguirem o que querem deveriam nos inspirar. Aquilo é legal e bonito para seguir, mas eu não sei como as pessoas conseguem ver uma filme como Um Sonho Possível e não deixar se comover com a estória. Poxa, você não tem nada batendo dentro do seu peito, não? Eu tenho, eu entendo. Ajudar outras pessoas não custa nada. Mesmo que for só no dever de casa da escola. E daí, você ajudou, é alguma oisa, sim. Minha vida é resumida em querer fazer coisas boas mesmo que não seja grandes e mesmo se eu ficar infeliz. Da minha infelicidade eu cuido depois. Minha vida eu vou levando com fé, amor, paciência. Nada de força, porque senão eu mato um rsrs. 


A doçe alegria

A morte é fácil, rápida. A vida é mais difícil. - Twilight


Texto meu. Não copie.

sábado, março 05, 2011

Water For Elephants - Trailer

Deus sabe que eu não faço nada por mal, mas eu tinha que fazer uma post para o novo trailer de WFE. É lindo e fico cada dia mais ansiosa para a estréia (29 de abril). O Rob está muito lindo como Jacob e se encaixou perfeitamente no papel. E como ele fica gritando Marlena? Lindo demais‼ Confesso que estou sim com ciúmes da Reese, não tenho vergonha.
Quero ver WFE no Oscar, cara! Tem tudo para dar certo, por mim, sim.

Original:




Com legenda do ROBsessedBrasil:



Simplismente demais!

terça-feira, março 01, 2011

O Turista - Florian Henckel von Donnersmarck

Amei essa foto

Dei um belo ctrl + c + crtl + v no nome do diretor.

Os passos de Elise Clifton-Ward (Angelina Jolie) são acompanhados de perto pela equipe chefiada pelo inspetor John Acheson (Paul Bettany). O motivo é que ela viveu por um ano com Alexander Pearce, procurado pela polícia devido a sonegação de impostos em torno de 700 milhões de libras. Ninguém sabe como é o rosto de Pearce, nem mesmo Elise, já que ele passou por várias operações plásticas para escapar de seus perseguidores. Ele enfim entra em contato com Elise ao lhe enviar um bilhete, onde pede que vá encontrá-lo em Veneza e, no caminho, procure alguém com tipo físico parecido com o seu, para enganar a polícia. Elise segue as ordens à risca e, no trem a caminho da cidade italiana, se aproxima do professor de matemática Frank Tupelo (Johnny Depp), que viaja sozinho. Ele fica atraído por sua beleza e aceita a oferta de ir até o hotel dela, assim que chegam a Veneza. Só que logo Frank se torna alvo de Reginald Shaw (Steven Berkoff), um poderoso gângster que teve mais de US$ 2,5 bilhões roubados por Pearce.

Eu daria R$ 20,00 se fosse assim para ver esse filme, porque vale a pena. Bom, eu não tenho muito o que falar sobre esse filme, pois só de ler a sinopse e ver quem estrela já dá de cara com a resposta: É demais!!. Sempre tive imaginando como seria esses dois e agora sei. Vi esse filme a muito tempo, mas me faltou coragem para fazer um post, já que ando muito ocupada com o Fotolog.

Closer - Mike Nichols


 Perfeito! Você pára para asssistir esse filme uma noite qualquer onde é passado na Globo e você está meu sem ânimo. O filme começa. Tchâm. Você fica presa e totalmente focada no filme. Porque, meu Deus, é ótimo pra caramba. Nao é por nada que o Clive a Natalie ganharam o Oscar de melhor ator e atriz coadjuvante. Não consigo outra palavra para descrever esse filme do que único. Não tem igual, não existem dúvidas quando digo: é um dos meus filmes preferidos. Até minha mãe, que detesta filme, assistiu comigo. É uma aposta minha, sim. Recomendo‼