terça-feira, março 29, 2011

Tentando Uma Adaptação - Cap. 3

Primeiro: Estou muito ocupada lendo HP 7 (é grande, mas eu estou gostando). Segundo: Escrever essa estória é bem puxado. Estou escrevendo bastante. Explicação: Esse capítulo é bem pequeno, então, perdoem-me, pois ele é apenas um momento íntimo e maluco de Bella e Edward.. Estou louca para terminar HP 7 e comentar sobre ele. Desfrutem:

Cap. 3 - Conhecendo a família
No dia seguinte, Rosalie teve uma idéia para nos distrairmos. Ela queria que nós nos reuníssemos no terraço e falássemos um pouco de cada um. Carlisle e Esme foram até o centro da cidade para conhecê-la sozinhos (eu entendi).
Com a saída deles, Emmett se animou e disse que o jogo ficaria mais picante. E eu não estava gostando do “picante” dele.
Quando todos estavam sentados em um círculo no chão do terraço, a luz se apagou e eu vi que foi Emmett começando com seu esquema “picante”. Ele tinha um interruptor nas mãos.
- Bem, quem começa a falar de si? – perguntou Alice, observando todos ao seu redor.
- Eu! – exclamou Rosalie, animada. Era de se esperar. – Bem, fisicamente, tenho um corpo atlético, - riu de si mesma. – tenho 1,77 de altura e agüento altas pressões. – fez uma cara provocativa e olhou para Emmett que se animou. – Já interiormente,  eu sou completamente independente e não me apego muito às coisas. A maioria das coisas para mim é descartável. É isso. – deu de ombros e sorriu. O descartável dela era os homens, que só os usava uma vez. Edward bufou.
- Agora, eu! – disse Emmett. – Não adianta nem dizer como sou fisicamente, né? – murmurou.
- Percebe-se. – disse Alice, rolando os olhos e rindo.
- É, então. Gosto de vídeo-game e praia. Principalmente de nudismo. – falou e Jasper deu-lhe uma cotovelada no braço. – Minhas mulheres preferidas são as que tem peitos grandes. – gargalhou.
- Chega. – murmurou Edward, acenando para Alice começar.
- Bom, eu sou pequena por fora, mas agüento muita coisa interiormente. Gosto de atenção e sou extremamente exigente. – disse Alice, com um sorriso brilhante.
- Porque eu concordei com isso? – disse Edward baixinho ao meu lado.
- Eu também. – concordei.
Nós nos olhamos e esperamos Alice terminar seu discurso de Barbie.
- Eu sou muito tímido e isso é motivo para meu querido irmão Emmett zuar comigo. Gosto de ler um bom livro a cada semana e...
- Gayzinho. – sussurrou Emmett.
- Eu vou bater em você. - disse Jasper, num tom ameaçador.
- Você não bate nem em uma mosca. – provocou Emmett.
- Você quer ver? – murmurou Jasper, virando em direção ao irmão.
Eles continuaram as provocações e eu me convenci que essa era minha deixa para essa apresentação tediosa doas nossas famílias. Não percebi Edward me seguindo até chegarmos no corredor dos quartos.
- Aposto que foi idéia do Emmett fazer este joguinho idiota. – murmurou Edward atrás de mim.
- Não, foi idéia da Rosalie. Sabe, loura, né? – Nós rimos da minha piada.
- O que vamos fazer agora? – perguntou.
- Dois dias aqui e eu não saí, acho que seria uma boa a gente ir a algum lugar que não seja essa casa. – sugeri, querendo muito sair de casa.
Eu nunca fui muito de ir para baladas ou festa. Sempre estudei quando era para estudar e sempre me diverti nos momentos propícios. Nunca fui uma aluna ruim, mas nunca fui comparada com um nerd. Na escola, tive poucos e bons amigos. Uma turminha de exemplo, como dizia meu ex-professor de biologia. Mas agora que eu estava de férias e iria entrar na faculdade, podia, sim, me divertir.
- Boa idéia, também quero sair. – aprovou Edward, se dirigindo a uma mesinha e pegando as chaves do carro que Carlisle tinha aqui.
Fomos até uma livraria tomar café. Não é o lugar certo para fazer isso, mas tem bastante silêncio. Tomamos várias xícaras seguidas de café morno. Quando o crepúsculo chegou, eu me apressei em concluí o dia.
- Já está escurecendo. É melhor nós nos apressarmos. Esme já deve ter chegado. – disse, olhando pela janela.
- Estamos de férias, lembra? Não temos hora para chegar em casa. – lembrou-me ele, sorrindo da minha memória fraca.
- O que mais vamos fazer? A loja já vai fechar. Seremos expulsos. – disse, observando ao redor e percebendo o deserto em que se encontrava a biblioteca local.
- Bom, podemos sentar numa calçada e lavar a alma contando segredos um para o outro, chorando ao mesmo tempo. – sugeriu, um pouco sério para o que tinha dito.
- Está de brincadeira, não é? – disse, não acreditando no que ele havia me dito.
- Sei lá, você quem sabe. A noite é uma criança. -  murmurou, sorrindo.
E assim, saímos da biblioteca tramando para onde iríamos dali para frente.
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Eu gosto tanto desse cap.

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